22 de dez de 2011

Embalagem piramidal

"A simplicidade é o último grau de sofisticação".



Romântico...


Faça você mesmo(a): diagrama

18 de dez de 2011

A borboleta azul


 A borboleta azul

Havia um viúvo que morava com suas duas filhas curiosas e inteligentes.
As meninas sempre faziam muitas perguntas.
Algumas ele sabia responder, outras não.
Como pretendia oferecer a elas a melhor educação, mandou as meninas passarem férias com um sábio que
morava no alto de uma colina.
O sábio sempre respondia todas as perguntas sem hesitar.
Impacientes com o sábio, as meninas resolveram inventar uma pergunta que ele não saberia responder.
Então, uma delas apareceu com uma linda borboleta azul que usaria para pregar uma peça no sábio.
- O que você vai fazer? - perguntou a irmã. - Vou esconder a borboleta em minhas mãos e perguntar se ela está viva ou morta.
- Se ele disser que ela está morta, vou abrir minhas mãos e deixá-la voar. Se ele disser que ela está viva, vou apertá-la e esmagá-la. E assim qualquer resposta que o sábio nos der estará errada!
As duas meninas foram então ao encontro do sábio, que estava meditando.
- Tenho aqui uma borboleta azul. Diga-me sábio, ela está viva ou morta?
Calmamente o sábio sorriu e respondeu:
- Depende de você...ela está em suas mãos.


Assim é a nossa vida, o nosso presente e o nosso futuro.
Não devemos culpar ninguém quando algo dá errado.
Somos nós os responsáveis por aquilo que conquistamos (ou não conquistamos).
Nossa vida está em nossas mãos, como a borboleta azul...
Cabe a nós escolher o que fazer com ela.



15 de dez de 2011

Etna e o poeta

 Kusudama Etna,dobrado na proporção 2:5, de Maria Sinayskaya.

A combinação de cores me fez pensar nos belos azulejos portugueses e, como sempre,em alguma poesia que pudesse exprimir este momento. 
Eis o poeta português, Ary dos Santos, repleto de nostalgia:

Azulejo

Azulejos da cidade
numa parede ou num banco,
são ladrilhos da saudade
vestida de azul e branco
Bocados da minha vida
todos vidrados de mágoa,
azulejos, despedida
dos meus olhos, rasos de água.
À flor dum azulejo, uma menina;
do outro, um cão que ladra e um pastor.
Ai, moldura pequenina,
que és a banda desenhada
nas paredes do amor.
Azulejos desbotados
por quanto viram chorar.
Azulejos tão consados
por quantos viram passar.
Podem dizer-vos que não,
podem querer-vos maltratar:
de dentro do coração
ninguém vos pode arrancar.
À flor dum azulejo, um passarinho,
um cravo e um cavalo de brincar;
um coração com um espinho,
uma flor de azevinho
e uma cor azul luar.
À flor do azulejo, a cor do Tejo
e um barco antigo, ainda por largar.
Distância que já não vejo,
e enche Lisboa de infância,
e enche Lisboa de mar.




O diagrama do kusudama pode ser encontrado aqui
O diagrama da caixa aqui.

5 de dez de 2011

Blog Luar da Mandala

O blog Luar da Mandala está fazendo aniversário e, para comemorar, tem sorteio!!!!
Participem!

4 de dez de 2011

Caixas

Blog parado por um "tempão". Até andei dobrando algumas coisinhas, mas adivinhem: tive problemas com minha câmera....ela foi terrivelmente invadida por vírus malignos e precisei formatar o cartão de memória dela.... consequência: perdi todas as fotos...
Mas esse marasmo vai parar por aqui! Férias à vista! uwww!!!

Estas caixinhas são de Tomoko Fuse, no livro Origami Box. Muita gente já conhece pois é bem simples de dobrar, porém, a tampa pode ser dobrada com outras variações. Uma delas é essa da caixinha pequena.




Vejam a diferença (com um papel dupla face ficaria mais visível):


E para quem quiser se divertir, eis o diagrama da base e da tampa com essas duas variações:


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